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Família Tamanini

Família Tamanini
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Centésimo Post - Homenagem a Luciano Pavarotti

Luciano Pavarotti (gênero: Ópera)
(Módena, 12 de outubro de 1935 — Módena, 6 de setembro de 2007) foi um cantor (tenor lírico) italiano, grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi, dentre outros em seu grande repertório. É reconhecido como o tenor que popularizou mundialmente a ópera. Pavarotti esteve no Brasil sete vezes, a última delas em 2000, com uma apresentação dos Três Tenores, no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Também cantou em dueto com o cantor Roberto Carlos.

Sito Ufficiale Luciano Pavarotti



 

Fonte: Vídeo You Tube, Letra e tradução música site Letras Link site
Composição Giacomo Puccini

Nessun Dorma

Nessun dorma! Nessun dorma!
Tu pure, o, Principessa,
nella tua fredda stanza,
guardi le stelle
che tremano d'amore
e di speranza.

Ma il mio mistero e chiuso in me,
il nome mio nessun saprá!
No, no, sulla tua bocca lo diró
quando la luce splenderá!
Ed il mio bacio sciogliera il silenzio
che ti fa mia!

(Il nome suo nessun saprá!...
e noi dovrem, ahimé, morir!)

Dilegua, o notte!
Tramontate, stelle!
Tramontate, stelle!
All'alba vinceró!
vinceró, vinceró!




Ninguém durma! ninguém durma!
Tu também, ó princesa,
na tua fria alcova
olhas as Estrelas
que tremulam de amor
e de esperança!

Mas o meu mistério está fechado comigo,
O meu nome ninguém saberá!
Não, não, sobre a tua boca o direi,
Quando a luz resplandescer!
E o meu beijo destruirá o silêncio
que te faz minha!

O seu nome ninguém saberá ...
E nós deveremos, ai de nós, morrer!

Desvaneça, ó noite!
Desapareçam, estrelas!
Desapareçam, estrelas!
Pela manhã vencerei!
Vencerei! vencerei!








Caruso

Aqui onde o mar brilha e sopra forte o vento
Sobre um velho terraço em frente ao Golfo de Sorrento
Um homem abraça uma mulher depois de haver chorado
Depois limpa a voz e recomeça o canto
Eu te amo tanto sabe, mas tanto, tanto, sabe?
É uma corrente agora que faz o sangue queimar nas veias, sabe ?
Viu luzes em alto-mar, lembrou de noites lá na América
Mas eram só lanternas a brilhar, no rastro branco de uma hélice
Sentiu doer a música, se levantou do piano
Mas vendo a luz surgir atrás de uma nuvem
Até a morte lhe pareceu mais doce
Olhou fundo nos olhos da mulher, aqueles olhos verdes como o mar
De repente viu escapar um lágrima e pensou estar à se afogar

Eu te amo tanto sabe, mas tanto, tanto, sabe?
É uma corrente agora que faz o sangue queimar nas veias
Que poder é esse da ópera, onde todo drama é falso
Com um pouco de maquiagem e representação podemos nos transformar em outro
Mas quando dois olhos te olham assim tão perto e verdadeiros
Te fazem esquecer as palavras, confundem teus pensamentos
 Assim,tudo se torna pequeno
Também as noites lá na América
Você vira e vê a sua vida
Como o rastro de uma hélice
Mas, sim, essa vida que se acaba
E ele nem pensou sobre isso
Ou,ao contrário,ele já se sentia feliz
E recomeçou seu canto

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